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	<title>Dietas.pt</title>
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	<description>As melhores dietas para emagrecer!</description>
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		<title>&#8220;Eu já tentei mas não consigo perder peso&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 15:32:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dietas.pt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Se costuma fazer afirmações do género: &#8220;Eu estou a fazer tudo, eu venho às reuniões, eu preencho os meus diários alimentares, eu ando a pé 30 minutos praticamente todos os dias. Mas eu não consigo controlar as minhas doses, eu como demais e eu ainda estou a comer gorduras em excesso&#8221;. Saiba que aproximadamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-587" title="Eu já tentei mas não consigo perder peso" src="http://www.dietas.pt/wp-content/uploads/2011/12/Eu-já-tentei-mas-não-consigo-perder-peso.png" alt="Eu já tentei mas não consigo perder peso" width="580" height="387" /><br />
<br/>&nbsp;<br />
Se costuma fazer afirmações do género: &#8220;Eu estou a fazer tudo, eu venho às reuniões, eu preencho os meus diários alimentares, eu ando a pé 30 minutos praticamente todos os dias. Mas eu não consigo controlar as minhas doses, eu como demais e eu ainda estou a comer gorduras em excesso&#8221;. Saiba que aproximadamente 25% das pessoas com peso excessivo que não conseguem perder peso têm uma doença psiquiátrica activa, geralmente uma depressão. Embora possa acreditar que a sua obesidade a está a tornar deprimida, é a depressão que pode ser a causa da ingestão excessiva de alimentos.</p>
<p>Embora a obesidade não seja um diagnóstico psiquiátrico, o tratamento da depressão pode ajudá-la a perder peso.</p>
<p>- <strong>Dietas.pt</strong></p>
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		<title>Eu não consigo perder peso porque é um problema genético</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 00:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dietas.pt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Se utiliza a frase, &#8220;eu não consigo perder peso porque é um problema genético&#8221; saiba que isso não é verdade! A maior parte dos especialistas concorda que cerca de 85% das pessoas apresentam uma predisposição genética para a obesidade. Admite-se que estes genes se tenham desenvolvido para armazenar calorias para assegurar a sobrevivência nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-579" title="Eu não consigo perder peso porque é um problema genético" src="http://www.dietas.pt/wp-content/uploads/2011/12/Eu-não-consigo-perder-peso-porque-é-um-problema-genético.png" alt="Eu não consigo perder peso porque é um problema genético" width="580" height="387" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se utiliza a frase, &#8220;eu não consigo perder peso porque é um problema genético&#8221; saiba que isso não é verdade! A maior parte dos especialistas concorda que cerca de 85% das pessoas apresentam uma predisposição genética para a obesidade. Admite-se que estes genes se tenham desenvolvido para armazenar calorias para assegurar a sobrevivência nos períodos de fome durante a evolução. Eles podem ser tão antigos que já estivessem presentes nos nossos ancestrais não humanos. Uma vez que a maior parte de nós parece estar em risco para a obesidade, a necessidade de restringir a ingestão de alimentos e de aumentar os padrões de actividade física para controlar o peso corporal é praticamente universal.</p>
<p>Mas a sociedade moderna conspira contra todos para aumentar a ingestão de alimentos e diminuir o dispêndio de energia, e isso é que está na origem de não conseguir perder peso.</p>
<p>- <strong>Dietas.pt</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como evito comer doces?</title>
		<link>http://www.dietas.pt/como-evito-comer-doces</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 22:36:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dietas.pt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[evitar doces]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas são as pessoas que não conseguem resistir à tentação de comer doces ou outras comidas altamente calóricas e que pouco ou nada contribuem para a sua saúde. Iremos dar-lhe 10 dicas eficazes para combater de forma eficiente essa tentação e assim viver mais saudavelmente. 1. Aumente o consumo de proteína A proteína é essencial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-572" style="margin-right: 15px;" title="doces" src="http://www.dietas.pt/wp-content/uploads/2011/12/doces1.png" alt="evitar comer doces" width="300" height="634" />Muitas são as pessoas que não conseguem resistir à tentação de comer doces ou outras comidas altamente calóricas e que pouco ou nada contribuem para a sua saúde.<strong> Iremos dar-lhe 10 dicas eficazes para combater de forma eficiente essa tentação e assim viver mais saudavelmente.</strong></p>
<h1>1. Aumente o consumo de proteína</h1>
<p>A proteína é essencial ao organismo, e além do mais, ela contribui para que se sinta saciada por mais tempo. Dessa forma não sentirá a tentação de comer doces.</p>
<p>A proteína pode ser encontrada em forma bastante pura nos ovos, amêndoas (sem cobertura de chocolate), carnes e peixe.</p>
<h1>2. Retire as tentações da sua prateleira</h1>
<p>Pode parecer óbvio, mas não poderá cair na tentação se não tiver em casa nenhuns doces para devorar. Se sentir um deseja insaciável de comer doces, tente dar uma caminhada&#8230; quando voltar a sua vontade irá estar reduzida.</p>
<h1>3. Lave os dentes</h1>
<p>Lavar os dentes é uma das melhores formas de não cair na tentação, isto porque não irá querer ter o trabalho de lavar os dentes por duas vezes e assim não irá comer doces. Há alguns estudos que afirmam que o conteúdo dos produtos dentários suprimem o apetite por doces.</p>
<h1>4. Distraia-se</h1>
<p>Ao virar a sua atenção para outra coisa que não o pensamento na comida ir-se-á esquecer de que tinha apetite por doces. Boas opções são ver um filme, ouvir um album de música, ler um bom livro, ver um programa de televisão, navegar na Internet (se possível, lendo as nossas dicas aqui no dietas.pt), dançar, tocar um instrumento, etc. etc.</p>
<h1>5. Substitua os doces por frutas</h1>
<p>A fibra dos frutos é de digestão mais lenta que a do açúcar contido nos doces, assim irá não irá sentir necessidade de comer doces.</p>
<h1>6. Se não os conseguir resistir, junte-se a eles&#8230; mas aos bons!</h1>
<p>Se não conseguir resistir aos doces, vá pela qualidade e não pela quantidade. Consuma chocolates ricos em cacau (&gt; 70%), coma apenas uma colher ou duas do seu gelado favorito em vez da caixa toda, etc. Assim irá satisfazer a sua necessidade, e ao mesmo tempo evitar excessos.</p>
<h1>7. Leia os ingredientes</h1>
<p>Leia sempre os constituintes dos alimentos que compra, irá ver que se irá surpreender com a enorme quantidade de açúcar que muitos deles contêm. Tente evitar esses alimentos, procure substitutos com menos açúcar.</p>
<h1>8. Evite adoçantes</h1>
<p>Estudos sugerem que os adoçantes aumentam em muito a sua vontade por doces, utilize açúcar castanho ou mel para adoçar.</p>
<h1>9. Beba Água</h1>
<p>A sensação de fome é muitas vezes confundida com a de sede, experimente beber um copo de água e aguardar alguns minutos para confirmar qual a sensação que de fato tinha.</p>
<h1>10. Tenha um pequeno-almoço saudável</h1>
<p>Não coma nada doce ao pequeno-almoço, opte sempre por cereais ou pão integral.</p>
<p>- <strong>Dietas.pt</strong></p>
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		<title>Controle o seu desejo por comer!</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 16:46:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dietas.pt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>

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		<description><![CDATA[O desejo por comer doces pode ser controlado de forma eficiente em apenas 4 simples passos: Escreva o que deseja comer regularmente e seja honesta consigo mesma sobre quais os alimentos que são bons para si e quais já não consegue controlar. Identifique quando é mais provável que tenha um desejo incontrolável para comer. Dê [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-564" title="Controle o seu desejo por comer!" src="http://www.dietas.pt/wp-content/uploads/2011/11/Controle-o-seu-desejo-por-comer.png" alt="" width="303" height="372" /><strong>O desejo por comer doces pode ser controlado de forma eficiente em apenas 4 simples passos:</strong></p>
<ol>
<li>Escreva o que deseja comer regularmente e seja honesta consigo mesma sobre quais os alimentos que são bons para si e quais já não consegue controlar.</li>
<li>Identifique quando é mais provável que tenha um desejo incontrolável para comer. Dê uma caminhada, beba um copo de água, ou telefone uma amiga para se distrair quando essa altura chegar.</li>
<li>Tente controlar as origens destes desejos, ao invés de os tentar conter. Se está sob stress poderá experimentar mascar pastilha elástica que alivia de facto o apetite ao estimular certas áreas do cérebro.</li>
<li>Defina uma meta para ter total controlo sobre estes desejos de comer, diga à sua melhor amiga essa meta. Assim que disser a alguém irá sentir que será muito mais fácil controlar esses desejos!</li>
</ol>
<div>- <strong>Dietas.pt</strong></div>
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		<title>Dieta e exercício físico, pela sua saúde!</title>
		<link>http://www.dietas.pt/dieta-e-exercicio-fisico-pela-sua-saude</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 14:44:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dietas.pt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem é que pode praticar exercício físico de forma segura? De um modo geral, a maior parte das pessoas pode praticar algum tipo de exercício físico. Se tiver mais de 35 anos e estive inactivo durante diversos anos pode necessitar de efectuar uma prova de tolerância ao esforço. As poucas contra-indicações para o exercício físico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem é que pode praticar exercício físico de forma segura?<br />
De um modo geral, a maior parte das pessoas pode praticar algum tipo de exercício físico. Se tiver mais de 35 anos e estive inactivo durante diversos anos pode necessitar de efectuar uma prova de tolerância ao esforço. As poucas contra-indicações para o exercício físico estão referidas no quadro abaixo.</p>
<table width="100%" border="1" cellspacing="0" cellpadding="5">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Contra-indicações para iniciar um programa de exercício físico</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Enfarte do miocárdio recente;<br />
Estenose aórtica grave;<br />
Insuficiência cardíaca congestiva descompensada;<br />
Disritmias graves ou não controladas;<br />
Diabetes não controlada ou complicações da diabetes;<br />
Hipertensão não controlada.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Se tiver alguma destas situações deve esperar para iniciar um programa de exercício físico até estar clinicamente recuperado. Embora muitas pessoas pensem que não podem efectuar exercício físico devido a um qualquer problema de saúde, a realidade é que muitas dessas pessoas têm probabilidade de serem das que mais benefícios retiram da sua prática. Com efeito, os riscos para a saúde decorrentes da inactividade e da obesidade habituais são, na realidade, maiores do que os que podem resultar do início de um programa de exercício físico.</p>
<h1>Dieta e exercício físico, pela sua saúde!</h1>
<p>Em seguida, apresentam-se alguns princípios básicos do exercício físico com o intuito de o ajudar a começar um programa de exercício físico.</p>
<p>Existem quatro tipos básicos de exercício físico.</p>
<p>Cada um deles tem um objectivo específico. Eles têm por finalidade:</p>
<ul>
<li>O alongamento e/ou flexibilidade;</li>
<li>A resistência aeróbica e/ou cardio-respiratória;</li>
<li>A força muscular;</li>
<li>A resistência muscular.</li>
</ul>
<p>Deverá tentar incorporar estes quatro tipos nos seus regimes de exercício, uma vez que nem todos os exercícios afectam os mesmos grupos musculares e cada tipo de exercício proporciona diferentes benefícios.</p>
<h2>Alongamento e/ou flexibilidade</h2>
<p>Trata-se duma área frequentemente desvalorizada ou negligenciada de qualquer programa de treino de rotina. É necessário que este tipo de exercícios constitua uma parte integrante do exercício físico, uma vez que mantém a mobilidade dos músculos e das articulações. Além disso, ele protege das lesões e aumenta o fluxo sanguíneo. Regra geral, deverá efectuar pelo menos 5 tipos de alongamentos, que visam os principais grupos musculares (para informação consulte <a href="http://www.alongamentos.com">alongamentos.com</a>). Um conjunto completo de alongamentos de rotina não demora mais de 15 minutos.</p>
<h2>Resistência aeróbica e/ou cardio-respiratória</h2>
<p>Os exercícios aeróbicos envolvem grandes grupos musculares em actividades rítmicas que são mantidas de forma contínua. Os exercícios deste tipo fortificam o coração e melhoram a forma física global ao aumentarem a capacidade do corpo para utilizar o oxigénio. Poderá fazer a sua escolha a partir de um amplo leque de actividades aeróbicas, incluindo:</p>
<ul>
<li>Corrida/jogging;</li>
<li>Marcha rápida;</li>
<li>Natação;</li>
<li>Dança;</li>
<li>Patinagem;</li>
<li>Ciclismo;</li>
<li>Calistenia.</li>
</ul>
<p>É importante que escolha uma actividade de que goste, para que o exercício seja um prazer e não uma tarefa desagradável necessária.</p>
<h2>Força e resistência musculares</h2>
<p>Estes dois tipos de exercícios, envolvendo ambos os principais grupos musculares, fazem parte dum treino de resistência. As actividades que aumentam a força muscular, tais como o levantamento de pesos, envolvem a aplicação da força máxima durante um breve período de tempo com contracções repetidas até que o músculo se canse. A resistência muscular envolve a execução de contracções musculares sustidas e repetidas ou a aplicação de força contra um objecto fixo durante um período prolongado. As elevações são exemplos de exercícios de resistência muscular.</p>
<p>Embora muitas pessoas evitem usar pesos, os benefícios do treino com pesos encontram-se bem documentados e é de salientar tanto a facilidade como a importância deste tipo de exercícios. O objectivo não é transformar-se em culturistas mas simplesmente aumentar a sua capacidade para realizar exercício físico com uma maior eficácia. Alguns halteres de 2 a 5 kg fazem uma diferença significativa. No treino de resistência, é importante que use uma forma adequada e execute os exercícios corretamente.</p>
<h2>Programação e intensidade do exercício físico</h2>
<p>De acordo com um relatório recente do Instituto de Medicina, os adultos devem estabelecer um objectivo a longo prazo de efectuarem, pelo menos, 60 minutos de actividade física de intensidade moderada durante, pelo menos, 5 dias por semana. Se não conseguir permanecer activo durante 60 minutos de cada vez, pode dividir o tempo em 3 sessões de 20 minutos ou mesmo 6 sessões de 10 minutos e aumentá-las gradualmente até uma sessão de 60 minutos. Isto é particularmente importante se esteve inactivo durante muito tempo e irá fazer com que aumente lentamente a sua capacidade aeróbica. Um progresso lento e gradual vai minimizar o risco que qualquer lesão. Comece com um mínimo de 10 minutos de exercício físico. A chave do sucesso é simplesmente começar.</p>
<p>A intensidade refere-se à carga relativa ou à resistência contra a qual o músculo trabalha. O ponto importante é que eleve a sua frequência cardíaca. Calcule a sua frequência cardíaca máxima subtraindo a idade de 220. Deverá compreender que o exercício físico deve produzir, de forma consistente, uma frequência cardíaca correspondente a 50 a 80% da sua frequência cardíaca máxima. Pode beneficiar com a utilização de um de vários monitores de pulsações disponíveis, os quais pode dar-lhe conhecimento de que está a efectuar exercício de forma eficiente. Outra forma fácil de medir a intensidade do exercício é através de teste da &#8220;fala&#8221;. Se não conseguir falar ou respirar com facilidade durante a realização do exercício físico, necessita de reduzir a intensidade.</p>
<p>Conselhos gerais:</p>
<ul>
<li>Planeie o exercício físico durante um mínimo de 3 dias por semana. Pode acrescentar lentamente dias à medida que se sentir mais confortável. O objectivo deve ser efectuar exercício físico 5 dias por semana.</li>
<li>Principiar com 15 minutos de exercício físico nos dias de treino e aumentar para 60 minutos por dia ao longo de alguns meses, de forma a que o exercício físico se torne parte integrante da sua agenda.</li>
<li>Alternar entre o treino de flexibilidade, aeróbico e de resistência, para que os exercícios que está a efectuar vise todos os grupos musculares principais.</li>
</ul>
<h1>Manter a continuidade</h1>
<p>Calcula-se que 60% das pessoas que iniciam um programa de exercício físico, o abandonam nos primeiros 6 meses. É essencial que tenha expectativas realistas para a sua perda de peso em resultado do exercício físico. Um objectivo inicial razoável é perder 0,5 kg em cada 2 semanas. Não estabeleça objectivos grandiosos e inatingíveis de emagrecer 5 a 10 kg num mês, terá de compreender que o exercício físico tem que constituir um compromisso a longo prazo e os benefícios são alcançados ao longo do tempo. Existe uma evidência significativa de que mesmo uma perda de peso de 2 a 5 kg proporciona benefícios consideráveis para a saúde. Embora o exercício físico possa inicialmente parecer difícil, é muito mais fácil integrá-lo na vida diária do que tomar medicamentos ou experimentar as complicações frequentemente graves da obesidade.</p>
<p>- <strong>Dietas.pt</strong></p>
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		<title>A necessidade de exercício</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 14:33:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dietas.pt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>

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		<description><![CDATA[A obesidade está rapidamente a transformar-se numa epidemia. Segundo as últimas estimativas, aproximadamente 35% da população adulta tem peso excessivo e outros 27% são obesos. Isto representa um aumento de 15% em relação aos dados de apenas há 10 anos atrás. Por ano, a obesidade resulta em mais de 300.000 mortes prematuras e em quase [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="margin-right: 12px;" title="A necessidade de exercício" src="http://www.abdominais.com/wp-content/uploads/2010/06/abdominais.jpg" alt="" width="227" height="100" />A obesidade está rapidamente a transformar-se numa epidemia. Segundo as últimas estimativas, aproximadamente 35% da população adulta tem peso excessivo e outros 27% são obesos. Isto representa um aumento de 15% em relação aos dados de apenas há 10 anos atrás. Por ano, a obesidade resulta em mais de 300.000 mortes prematuras e em quase 120 biliões de dólares de custos associados nos Estados Unidos por exemplo.</p>
<h1>A necessidade de exercício</h1>
<p>Estudos recentes mostraram que quase 40% dos adultos nunca efectuam exercício físico. Esta proporção, mais elevada nas mulheres do que nos homens, é também mais elevada nas populações minoritárias, tais como os afro-americanos e os hispânicos. Além disso, menos de 25% dos adultos refere praticar uma actividade física regular durante 20 minutos ou mais, 3 dias ou mais por semana (estes dados incluem muitos médicos). Algumas das razões evocadas para este nível baixo de actividade física são referidas no quadro abaixo.</p>
<table width="100%" border="1" cellspacing="0" cellpadding="5">
<tbody>
<tr>
<td><strong> Desculpas comuns para não efectuar exercício físico</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>&#8220;Não disponho de nenhum tempo livre.&#8221;<br />
&#8220;Tenho demasiados problemas de saúde.&#8221;<br />
&#8220;Sou demasiado velho.&#8221;<br />
&#8220;É muito aborrecido.&#8221;<br />
&#8220;Estou demasiado cansada&#8221;<br />
&#8220;Tenho receio que me faça mal.&#8221;<br />
&#8220;Não estou interessado no exercício físico.&#8221;<br />
&#8220;Não sei como fazê-lo.&#8221;<br />
&#8220;É demasiado caro.&#8221;<br />
&#8220;Não tenho ninguém que faça exercício comigo&#8221;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Benefício do exercício físico</h1>
<p>A ideia de que necessita de iniciar um programa de exercício físico intenso para colher benefícios é uma concepção errada, mesmo pequenos aumentos da actividade física estão associados a benefícios mensuráveis para a saúde. Alguns dos benefícios mais significativos do exercício físico incluem uma redução ou uma melhoria dos seguintes pontos:</p>
<ul>
<li>Factores de risco para a doença coronária;</li>
<li>Níveis de colesterol;</li>
<li>Risco de cancro do cólon e da mama;</li>
<li>Controlo da glicémia na diabetes;</li>
<li>Pressão arterial;</li>
<li>Depressão;</li>
<li>Bem-estar psicológico;</li>
<li>Stress.</li>
</ul>
<p>Pratique exercício física pela sua saúde e bem estar!</p>
<p>- <strong>Dietas.pt</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>10 Mentiras sobre Dietas e a Perda de Peso</title>
		<link>http://www.dietas.pt/10-mentiras-sobre-dietas-e-a-perda-de-peso</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 20:24:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dietas.pt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dietas.pt/?p=541</guid>
		<description><![CDATA[Mentira 1 Quando se está medicado, são dispensáveis quaisquer medidas dietéticas. As regras alimentares para aumentar a saciedade incluem repartir as refeições, a ingestão de alimentos sólidos e quentes, a abolição ou redução da ingestão de bebidas alcoólicas, a diminuição do consumo de gordura, o consumo preferencial de alimentos ricos em glúcidos e o consumo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Mentira 1</h1>
<p><strong>Quando se está medicado, são dispensáveis quaisquer medidas dietéticas.</strong><br />
As regras alimentares para aumentar a saciedade incluem repartir as refeições, a ingestão de alimentos sólidos e quentes, a abolição ou redução da ingestão de bebidas alcoólicas, a diminuição do consumo de gordura, o consumo preferencial de alimentos ricos em glúcidos e o consumo de proteínas conforme as necessidades.<br />
Estas regras, em associação com um fármaco como a sibutramina, podem melhorar a acção do fármaco.</p>
<h1>Mentira 2</h1>
<p><strong>O emagrecimento é sempre bem vindo quando se tem excesso de peso. Não importa nem a idade, nem o sexo.</strong><br />
Existem riscos associados ao emagrecimento após a cessação da actividade ovárica e ao emagrecimento durante as fases de crescimento e desenvolvimento.</p>
<h1>Mentira 3</h1>
<p><strong>As dietas para emagrecer têm de ser restritivas e, desde que equilibradas, não necessitam de mais ajustamentos.</strong><br />
Com efeito, as dietas de emagrecimento devem frequentemente ser acompanhadas pela administração de suplementos. Para compensar a perda de electrólitos podem ser administrados suplementos de sódio (2 a 25 g) e de potássio (3 a 4 g). Outros suplementos úteis são os de ferro (10 a 20 mg), cálcio (1.200 mg no mínimo), fósforo (800 mg) e magnésio (350 mg).</p>
<h1>Mentira 4</h1>
<p><strong>As dietas miraculosas, embora desnecessárias, não têm quaisquer riscos.</strong><br />
Como é evidente, estas dietas têm todos os riscos das outras dietas acrescidos dos riscos inerentes à sua constituição quase sempre ilógica e bizarra.</p>
<h1>Mentira 5</h1>
<p><strong>O médico deve ter como objectivo aproximar, tanto quanto possível, o peso do doente ao peso ideal para a sua estatura.</strong><br />
O médico, deve negociar com o doente o peso a atingir. Esse peso deverá ficar o mais próximo possível do que o doente pode manter sem recaída, podendo ser 5, 10, 15% inferior ao peso inicial.</p>
<h1>Mentira 6</h1>
<p><strong>Para quem tem excesso de massa gorda, emagrecer não tem riscos.</strong><br />
A perda de peso pode causar litíase vesicular e consumpção proteica, podendo ocorrer morte por arritmia cardíaca, perda de água e electrólitos, disfunção hepática, hiperuricémia e redução da capacidade imunológica.</p>
<h1>Mentira 7</h1>
<p><strong>O consumo de álcool não tem interferência na aquisição do peso.</strong><br />
O consumo de álcool tem vindo a aumentar. Quando se bebe moderadamente há um aumento de peso, ao passo que com o consumo excessivo há diminuição do peso.<br />
Por outro lado, o tabaco é um redutor do apetite e aumenta o metabolismo basal. Quando as pessoas deixam de fumar geralmente aumentam de peso, pelo que deve haver uma preparação prévia para evitar isso.</p>
<h1>Mentira 8</h1>
<p><strong>Somos um país de gente activa e trabalhadora. Se a prevalência da obesidade vai aumentando, isso apenas tem que ver com o nosso tipo de alimentação.</strong><br />
Isso é rigorosamente falso. Portugal é o país que pratica menos exercício físico da Europa e a evolução do consumo médio diário de Kcal por pessoa em Portugal tem vindo a aumentar, o que nos torna os maiores consumidores da Europa. O consumo diário de gordura por pessoa em Portugal também tem vindo a crescer. Isto tem como resultado que a sobrecarga ponderal atinge metade da população.</p>
<h1>Mentira 9</h1>
<p><strong>Os IMCs compreendidos entre 25 e 30 não merecem intervenção terapêutica.</strong><br />
As razões para tolerar um IMC dentro destes limites são as seguintes: a inexistência de complicações, o facto de ser socialmente bem aceite e quase sempre bem tolerada, física e psiquicamente.<br />
As razões para intervir são as seguintes: quando a tolerância da situação pode acarretar agravamento, uma aceitação individual difícil, uma distribuição andróide da gordura, a existência de doenças associadas e a associação futura de morbilidades.<br />
Um estudo sobre a evolução de 57 casos de pré-obesidade com 5 anos de duração apresentou 27 casos com êxito ao fim de um ano, 14 casos de abandono e 16 casos de fracasso terapêutico. Ao fim de 5 anos, verificou-se êxito de 14% e fracasso em 86%. Em conclusão, quanto mais cedo se poder intervir, maior a probabilidade de êxito terapêutico.</p>
<h1>Mentira 10</h1>
<p><strong>Sonhar e querer são sinónimos, se o que pretendemos é avaliar a motivação do doente para o tratamento.</strong><br />
O sonhador procura magia. Tenta comprar a imagem idealizada sem se envolver, é vulnerável.<br />
O determinado procura auxilio. Tenta encontrar quem, racionalmente, o ajude a encontrar a imagem idealizada, é pouco vulnerável.</p>
<p>- <strong>Dietas.pt</strong></p>
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		<title>9 Verdades sobre Dietas e a Perda de Peso</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Sep 2011 20:17:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dietas.pt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>

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		<description><![CDATA[Verdade 1 Na terapêutica da obesidade, o regime alimentar restritivo, em comparação com o regime alimentar normal, deve considerar uma redução acentuada nas gorduras e não nos HC de absorção lenta. Porquê? Porque os HC têm uma capacidade excelente de auto-regulação (capacidade de estimular a sua própria oxidação), induzem o aumento da saciedade e têm [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Verdade 1</h1>
<p><strong>Na terapêutica da obesidade, o regime alimentar restritivo, em comparação com o regime alimentar normal, deve considerar uma redução acentuada nas gorduras e não nos HC de absorção lenta.</strong><br />
Porquê? Porque os HC têm uma capacidade excelente de auto-regulação (capacidade de estimular a sua própria oxidação), induzem o aumento da saciedade e têm baixa densidade energética, originam baixo rendimento energético e baixa contribuição para o valor calórico total. Isto é muito importante, pois ainda se encontram muitas dietas com grande restrição dos HC.<br />
Os macro-nutrientes têm uma capacidade diferente para regular a sua ingestão e metabolismo. A capacidade para produzir uma sensação de saciedade é alta para as proteínas e HC e baixa para as gorduras. A capacidade para induzir oxidação é alta para os HC e baixa para as proteínas e gorduras. A densidade energética das gorduras é elevada, tendo as proteínas e os HC uma baixa densidade. A capacidade de utilizar outras vias metabólicas na presença de excesso de ingestão é característica das proteínas e dos HC mas não das gorduras. As gorduras têm um rendimento energético elevado ao contrário das proteínas e dos HC. A contribuição para o valor calórico total é elevada no que respeita às gorduras e baixa por parte das proteínas e dos HC.</p>
<h1>Verdade 2</h1>
<p><strong>Na terapêutica da obesidade, a actividade física afecta o gasto energético total, o balanço energético e a ingestão alimentar.</strong><br />
No que respeita ao apetite, vários estudos demonstraram, nas mulheres obesas, que o gasto energético não é compensado por um aumento da ingestão alimentar, pelo que o exercício induz um balanço energético negativo; o organismo humano não consegue aguentar durante muito tempo um balanço energético negativo, seguindo-se uma fase de homeostase. Se as pessoa , depois do exercício físico, ingerirem alimentos cos em gorduras, esse balanço negativo pode não se verificar.</p>
<h1>Verdade 3</h1>
<p><strong>Na terapêutica da obesidade, a terapêutica farmacológica deve ser considerada como parte da estratégia de tratamento a longo prazo, em simultâneo com o regime alimentar adequado, o aumento da actividade física e a alteração do comportamento. Os fármacos podem ser prescritos nas pessoas com um IMC>30 e um IMC>25 e morbilidades graves associadas.</strong><br />
Os fármacos são importantes na terapêutica de longa duração da obesidade (em simultâneo com medidas não farmacológicas) devido ao carácter crónico da doença e às morbilidades associadas.<br />
Os fármacos a utilizar devem ter em conta o indivíduo, a eficácia na perda ou manutenção do peso, as morbilidades associadas e eventuais efeitos secundários, tendo de se pesar para cada pessoa o risco-benefício.<br />
Os fármacos aumentam a adesão do doente ao regime alimentar, ao exercício físico e à modificação comportamental, mas não curam a obesidade. Quando suspensos ou não tomados, o peso tende a aumentar de novo.<br />
Os fármacos só devem ser usados sob supervisão médica e não devem ser utilizados na terapêutica da obesidade nas crianças por não serem ainda conhecidos os seus efeitos sobre o comportamento alimentar a médio e a longo prazo.<br />
O aumento da obesidade nas crianças e adolescentes começa a ser dramático nos EUA, começando a levantar-se a questão de tratar estes doentes com fármacos.</p>
<h1>Verdade 4</h1>
<p><strong>Na terapêutica da obesidade, os fármacos apropriados para a terapêutica farmacológica, actualmente no mercado são a sibutramina (Reductil) e o orlistat (Xenical).</strong><br />
Os diuréticos, a tiroxina, a metformina, a acarbose e a fluoxetina não devem ser considerados fármacos apropriados para o tratamento da obesidade per se, podendo inclusivamente a sua prescrição, quando não justificada por patologia adequada, ter efeitos indesejáveis. Referimo-nos concretamente à mulher obesa idosa e pós-menopáusica, podendo existir problemas associados à utilização da tiroxina e da fluoxetina.<br />
As características dos fármacos apropriados são uma eficácia demonstrada (diminuição do peso de pelo menos 5% versus placebo), uma boa tolerabilidade, a ausência de propriedades aditivas, como acontecia com as anfetaminas, uma acção efectiva nas terapêuticas a longo prazo, a ausência de problemas major após anos de administração, um mecanismo de acção conhecido e um preço razoável.<br />
Os fármacos não apropriados constituem um problema histórico, sendo frequente a confusão entre terapêutica da obesidade e de outras patologias em doentes obesos.<br />
Os fármacos-problema na mulher idosa e pósmenopáusica são a tiroxina, que agrava a osteoporose, e a fluoxetina, que pode causar agitação, hiponatrémia e interacções medicamentosas.</p>
<h1>Verdade 5</h1>
<p><strong>Na terapêutica da obesidade, a sibutramina (Reductil) pode ser benéfica na redução do risco cardiovascular, tendo em conta os seus efeitos na redução ponderal, no perímetro da cintura e no metabolismo lipídico e glucídico.</strong><br />
No que diz respeito à doença cardiovascular (DCV), a sibutramina demonstrou, em estudos controlados com placebo, poder originar um aumento médio da HTA sistólica ou diastólica de 1-3 mmHg Terapêutica da obesidade<br />
e um aumento do ritmo cardíaco de 4-5 batimentos/ min O seu uso está contra-indicado em doentes com HTA não controlada.<br />
No entanto, a médio prazo, a sibutramina favorece a perda de peso em cerca de 10-15%, favorece a perda de gordura visceral, aumenta a sensibilidade à insulina, directa ou indirectamente, melhorando o perfil glucídico e a HTA. Assim, a médio prazo, a sibutramina reduz o risco cardiovascular.</p>
<h1>Verdade 6</h1>
<p><strong>Na terapêutica da obesidade, o sucesso pode ser definido como qualquer resultado contrário ao aumento de peso, pela prevenção do carácter cíclico da obesidade, isto é, procurar manter o peso perdido e pela prevenção ou redução das morbilidades associadas.</strong><br />
O sucesso pode representar muito simplesmente uma manutenção do peso ou mesmo a redução dos riscos.</p>
<h1>Verdade 7</h1>
<p><strong>Na terapêutica da obesidade, as medicinas alternativas não mostram, pela evidência, induzirem per si, perda de peso.</strong><br />
A sua utilização por parte das pessoas obesas pode não ser isenta de riscos e, inclusive, induzir aumento ponderal, pelo que os colegas médicos devem ter em conta os seus mecanismos de acção e efeitos secundários.<br />
No que diz respeito às medicinas alternativas, não há evidência de que a acupunctura, a hipnose ou o yoga sejam eficazes na perda de peso. No entanto, estas terapêuticas podem eventualmente ajudar o doente a cumprir mais eficazmente o regime alimentar através dum efeito sobre a auto-estima.<br />
As ervas estimulantes, diuréticas, mucilagíneas, &#8220;quentes&#8221; e picantes, serotoninérgicas, etc., também são por vezes usadas pelos doentes. Não há evidência de que estas terapêuticas sejam eficazes na perda de peso e os seus efeitos a curto e a médio prazo são desconhecidos.</p>
<h1>Verdade 8</h1>
<p><strong>Na terapêutica da obesidade, a cirurgia bariártrica é um método eficaz para a redução ponderal dos obesos de classe III (IMC>40 ou >35 e morbilidades associadas.</strong><br />
O sucesso desta cirurgia implica uma equipa terapêutica multidisciplinar treinada, incluindo um endocrinologista, um cirurgião, um anestesista, um psiquiatra/psicólogo e um nutricionista/dietista e é variável caso a caso.<br />
No que diz respeito aos resultados da cirurgia bariártrica, ocorre geralmente uma perda de peso superior a 20 kg ao fim de 12 meses após a cirurgia. Os doentes com transtornos psicológicos prévios à cirurgia têm uma adesão deficitária ao programa de educação alimentar, nomeadamente aqueles com comportamentos aditivos, para a comida ou álcool. Nestes doentes, o apoio psicológico permanente é fundamental, podendo inclusive o transtorno comportamental levar à não selecção do doente pelo facto de estar associado a uma taxa de sucesso terapêutico reduzida.<br />
Estudos recentes mostram que a maior parte dos doentes melhoram psicologicamente, verificando-se um aumento da auto-estima e uma diminuição da depressão (estudo SOS). No entanto, há casos em que o emagrecimento, embora desejado, traz insegurança.</p>
<h1>Verdade 9</h1>
<p><strong>Na terapêutica da obesidade, o ver televisão (número de horas) tem efeitos negativos, principalmente nos adolescentes e jovens.</strong><br />
Por um lado, a televisão estimula o desenvolvimento e agravamento da obesidade ao favorecer o sedentarismo e o consumo de alimentos de alta densidade. Por outro, diminui a auto-estima face à imagem estereotipada (magros, lindos e sofisticados) dos profissionais, artistas e modelos que preenchem o espaço televisivo.<br />
Foi observada uma relação directa entre o número de horas que crianças e adolescentes passam em frente à televisão e o aumento da obesidade. Porquê? Ver televisão aumenta o sedentarismo, principalmente se a televisão está no quarto, e modifica o tipo de alimentação, favorecendo a ingestão de alimentos altamente calóricos e pobres em leite, frutos e vegetais. Para além disso, existe uma associação negativa entre a imagem de obesidade e os programas televisivos. Porquê? Porque apesar do aumento de prevalência da obesidade, a imagem do obeso continua a estar associada a estereótipos negativos (os &#8220;gordos&#8221; fazem programas que ridicularizam a imagem), enquanto os magros representam estereótipos positivos.</p>
<p>- <strong>Dietas.pt</strong></p>
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		<title>Avaliação dos problemas médicos relacionados com a obesidade</title>
		<link>http://www.dietas.pt/avaliacao-dos-problemas-medicos-relacionados-com-a-obesidade</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 18:58:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dietas.pt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>

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		<description><![CDATA[História Dores abdominais &#8211; Doença da vesícula biliar Sonolência diurna &#8211; Apneia do sono, síndrome de hipoventilação da obesidade Atraso de desenvolvimento &#8211; Doenças genéticas Cefaleias &#8211; Pseudo-tumor cerebral Dores na anca ou no joelho &#8211; Epifisiólise da cabeça do fémur Dispneia nocturna &#8211; Apneia do sono, síndrome de hipoventilação da obesidade Oligomenorreia ou amenorreia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>História</h1>
<ul>
<li><strong>Dores abdominais</strong> &#8211; Doença da vesícula biliar</li>
<li><strong>Sonolência diurna</strong> &#8211; Apneia do sono, síndrome de hipoventilação da obesidade</li>
<li><strong>Atraso de desenvolvimento</strong> &#8211; Doenças genéticas</li>
<li><strong>Cefaleias</strong> &#8211; Pseudo-tumor cerebral</li>
<li><strong>Dores na anca ou no joelho</strong> &#8211; Epifisiólise da cabeça do fémur</li>
<li><strong>Dispneia nocturna</strong> &#8211; Apneia do sono, síndrome de hipoventilação da obesidade</li>
<li><strong>Oligomenorreia ou amenorreia</strong> &#8211; Síndrome do ovário poliquístico; síndrome de Prader-Willi</li>
<li><strong>Baixo crescimento linear</strong> &#8211; Hipotiroidismo; síndrome de Cushing; síndrome de Prader-Willi</li>
</ul>
<h1>História Familiar</h1>
<ul>
<li><strong>Doença cardiovascular</strong> &#8211; Doença aterosclerótica</li>
<li><strong>Níveis elevados de LDL-colesterol e triglicéridos; níveis baixos de HDL-colesterol</strong> &#8211; Dislipidémia</li>
<li><strong>Doença da vesícula biliar</strong> &#8211; Doença da vesícula biliar</li>
<li><strong>Hipertensão</strong> &#8211; TA elevada ou hipertensão</li>
<li><strong>Diabetes tipo 2</strong> &#8211; Intolerância à glucose ou diabetes tipo 2</li>
</ul>
<h1>Exame Objetivo</h1>
<ul>
<li><strong>Dor à palpação abdominal</strong> &#8211; Doença da vesícula biliar</li>
<li><strong>Aspecto dismórfico</strong> &#8211; Doenças genéticas</li>
<li><strong>Hipertrofia das amígdalas que causam obstrução das vias aéreas</strong> &#8211; Apneia do sono</li>
<li><strong>TA elevada</strong> &#8211; Hipertensão</li>
<li><strong>Hirsutismo</strong> &#8211; Síndrome do ovário poliquístico; síndrome de Cushing</li>
<li><strong>Limitação da mobilidade da anca</strong> &#8211; Epifisiólise da cabeça do fémur</li>
<li><strong>Obesidade troncular</strong> &#8211; Doença cardiovascular; síndrome de Cushing</li>
<li><strong>Testículo não descido</strong> &#8211; Síndrome de Prader-Willi</li>
<li><strong>Estrias violáceas</strong> &#8211; Síndrome de Cushing</li>
</ul>
<p>- <strong>Dietas.pt</strong></p>
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		<title>Obesidade na Adolescência</title>
		<link>http://www.dietas.pt/obesidade-na-adolescencia</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 18:40:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dietas.pt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A obesidade nos adolescentes encontra-se entre as situações crónicas mais frustrantes que os médicos de familia têm de tratar, embora a sua prevalência crescente e riscos de mortalidade associados sublinhem a necessidade de esforços médicos continuados. A obesidade nas crianças entre os 8 e os 16 anos mais do que duplicou numa geração. O peso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A obesidade nos adolescentes encontra-se entre as situações crónicas mais frustrantes que os médicos de familia têm de tratar, embora a sua prevalência crescente e riscos de mortalidade associados sublinhem a necessidade de esforços médicos continuados. A obesidade nas crianças entre os 8 e os 16 anos mais do que duplicou numa geração. O peso excessivo correlaciona-se com taxas aumentadas de diabetes, hipercolesterolémia, hipertrigliceridémia, perturbações do sono e hipertensão. À medida que a idade aumenta, o mesmo acontece com o risco de continuar a ter peso excessivo e de apresentar problemas de saúde com ele relacionados ao longo da vida. Além disso, a <em>American Heart Association</em> referiu que os números totais de mortes anuais devido a morte súbita de causa cardíaca nos adolescentes e adultos jovens aumentaram em 10% para 3.000 entre 1989 e 1996.2 Assim, a adolescência é uma altura primordial para intervir.</p>
<h1>Identificação da Obesidade</h1>
<p>O índice de massa corporal (IMC) que poderá calcular <a href="http://www.dietas.pt/calcular-imc">aqui</a> é a medida mais amplamente aceite da obesidade nas crianças, adolescentes e adultos. Para além de utilizar um gráfico, pode calcular facilmente o IMC no site da Internet do Calorie Control Council em http://www.caloriecontrol.org/bmi.html. Os CDC publicaram recentemente gráficos pediátricos de crescimento revistos que incluem uma nova avaliação dos percentis para o IMC e que permitem aos médicos calcular variações de peso aceitáveis com base na idade e no sexo (Figuras 1 e 2).</p>
<p><strong>Raparigas</strong><br />
<img src="http://www.dietas.pt/wp-content/uploads/2011/09/figura-1.png" alt="" title="figura-1" width="550" height="754" class="alignnone size-full wp-image-520" /></p>
<p><strong>Rapazes</strong><br />
<img src="http://www.dietas.pt/wp-content/uploads/2011/09/figura-2.png" alt="" title="figura-2" width="550" height="754" class="alignnone size-full wp-image-521" /></p>
<p>Um IMC acima do percentil 95 significa obesidade e a necessidade duma avaliação clínica aprofundada. Os adolescentes mais velhos nesta zona têm uma maior probabilidade de terem perfis lipídicos adversos, TA elevada e obesidade que persiste para a idade adulta. Um IMC entre os percentis 85 e 95 alerta para o risco de obesidade; nos doentes com esses IMCs devem ser pesquisadas complicações secundárias da obesidade. Um aumento rápido da gordura corporal (3-4 unidades de IMC anualmente) deve também conduzir a uma avaliação, uma vez que o IMC aumenta normalmente 1 unidade ou menos anualmente.</p>
<p>Um adolescente atlético com peso excessivo, por exemplo, pode ter um IMC alto mas não tem gordura corporal excessiva.</p>
<p>A obesidade central, a cara em lua-cheia, as almofadas de gordura supra-claviculares, os edemas, o crescimento linear deficiente e a atrofia muscular podem revelar uma síndrome de Cushing.</p>
<p>Uma história de disfunção gonádica, tal como menstruações irregulares e um padrão de distribuição da gordura masculino nas raparigas ou uma falta de desenvolvimento testicular nos rapazes, pode sugerir uma doença do ovário poliquístico ou uma síndrome de Prader-Willi, respectivamente, ou outra endocrinopatia. Os adolescentes baixos e obesos têm uma maior probabilidade de terem uma anomalia endócrina associada. Um especialista em genética pode avaliar estes doentes para a realização de mais exames.</p>
<p>Os problemas de saúde relacionados com a obesidade são sugeridos pela sonolência diurna, que pode ser causada por uma apneia do sono ou uma síndrome de hipoventilação da obesidade. Os adolescentes obesos que sofrem de cefaleias podem ter um pseudo-tumor cerebral. As dores abdominais podem indicar uma doença da vesícula biliar. Podem ser necessários exames laboratoriais para excluir a presença de diabetes, hipercolesterolémia e hipertrigliceridémia. Algumas síndromes associadas com a obesidade são caracterizadas por uma disfunção psicológica e problemas sensoriais, tais como uma deficiência auditiva ou visual.</p>
<p>Embora, não haja evidência de que os adolescentes obesos sofram de doenças mentais com maior frequência do que os outros adolescentes, continua a ser importante avaliar a presença de depressão, perturbações alimentares e referenciar o doente para um psiquiatra quando for apropriado. Os doentes que se sentem incapazes de controlar o consumo de grandes quantidades de comida ou que referem vómitos ou utilização de laxantes para o controlo do peso podem ter uma perturbação alimentar. Os adolescentes que têm uma auto-estima baixa têm uma maior probabilidade de se envolverem nesses comportamentos pouco saudáveis. Um adolescente deprimido pode apresentar insónia, irrequietude e sentimentos de tristeza e desespero. Nesses casos, um programa de controlo do peso pode ser ineficaz sem tratamento psiquiátrico.</p>
<p>- <strong>Dietas.pt</strong></p>
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